HOJE NA HISTÓRIA – 31/01/15

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Dia 31 de janeiro de 2015

Signo                      : Aquário

Estação                  :  Verão

Fase                        :  Crescente

    –   Dutra é o primeiro presidente do Brasil a tomar posse fardado em 1946

    –  Cuba é expulsa da OEA por pressão dos Estados Unidos em 1962

    –   Início do Plano Collor II

    –   Aniversário de Norman Mailer e Joyce Silveira Palhano de Jesus, Pedro Simon e o jogador Muller

    –   Véspera do ano novo chinês

Santo do Dia:     São João Bosco

por saidnotlim Postado em Abertura

Empresa russa vai investir R$ 160 milhões em Antonina

Empresa-russa

A empresa russa Uralkali anunciou nesta sexta-feira (30) um investimento de mais de R$ 160 milhões na área logística do Porto de Antonina, ao longo dos próximos quatro anos. O anúncio foi feito durante reunião do governador Beto Richa com diretores da empresa, realizada na Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Os investimentos, que incluem a construção de um novo berço de atracação no Terminal Ponta do Felix, dois novos armazéns de 120 mil toneladas e a melhoria do sistema de movimentação de cargas, devem dobrar a capacidade de descarregamento de fertilizantes do Porto de Antonina. Com a obra, a capacidade de importação do terminal passa das atuais 2 milhões de toneladas para 4 milhões de toneladas por ano.

O governador Beto Richa afirmou que o anúncio é mais um exemplo de como os investimentos têm sido crescentes, desde o início de sua primeira gestão. “Temos investido fortemente em Paranaguá e Antonina para tornar nossos portos mais modernos. Ao torná-los mais eficientes, diminuímos o custo dos produtos para quem importa fertilizantes e também contribuímos para a balança comercial brasileira”, disse Richa.

Atualmente, a Uralkali responde por 25% de toda a produção global de potássio que é a matéria-prima para produção de fertilizantes, sendo a líder mundial no segmento. O Porto de Antonina é a principal opção da empresa para movimentação de produtos e para suprir o agricultor brasileiro com fertilizantes.

“Estamos há três anos investindo no porto. Com estes investimentos, cada vez mais navios de fertilizantes passarão pelo terminal em Antonina”, disse o diretor mundial de logística e marketing Uralkali, Oleg Petrov.

A modernização do Porto de Antonina foi fundamental para atrair os investimentos russos. A nova dragagem do porto foi apontada pelo grupo de empresários como determinante para que um maior volume de cloreto de potássio pudesse ser importado por meio do porto da cidade.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, estes investimentos fizeram de Antonina uma das melhores opções para as empresas que operam este tipo de atividade nos portos brasileiros.

“Também conseguimos reduzir o tempo de espera dos navios no porto. A Uralkali vem ao Paraná fazer este investimento por acreditar na transformação que está acontecendo nos portos do estado”, explica o secretário.

De: Fábio Campana

HOJE NA HISTÓRIA – 30/01/15

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Dia 30 de janeiro de 2015

Signo                      : Aquário

Estação                  :  Verão

Fase                        :  Crescente

    – Mahatma Gandhi líder anti-colonialista indiano é assassinado em 1948

    – Aniversário de morte do sambista Paulo da Portela em 1949

    – Aniversário de morte de Manoel de Abreu, professor inventor da abreugrafia em 1962

    – Aniversário de Franklin Delano Roosevelt e Herivelto Martins

    – Dia da Saudade

    – Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos

    – Dia da Não-Violência    – 

Santo do Dia:     Santa Jacinta Mariscotti

por saidnotlim Postado em Abertura

Região tem saldo negativo de empregos após 5 anos

Carteiras-de-trabalho

A expectativa é de um aumento  no desemprego” Rogério Ribeiro, economista.  Pela primeira vez nos últimos cinco anos, a região de Apucarana registrou extinção de vagas de emprego.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o saldo de empregos das quatro principais cidades da região ficou negativo em 2014. Segundo economista ouvido pela Tribuna, o resultado é reflexo da situação ruim enfrentada pela economia brasileira.

No somatório de Apucarana, Arapongas, Ivaiporã e Jandaia do Sul, o saldo de empregos fechou em menos 465. Bem diferente do registrado em 2013, quando foram criados 1.414 postos de trabalho, de 2012 quando foram abertas 3.320 vagas, em 2011 com 2.182 empregos e de 2010 com 1.517 vagas.

Em relação a 2013, a variação negativa foi de 132,9%. Apucarana teve o pior desempenho no último ano, quando 415 postos de trabalho foram encerrados no município. No ano anterior, o resultado foi positivo, com a criação de 404 postos de trabalho. Sendo assim, a queda registrada ficou em 202,7%. Arapongas e Jandaia do Sul tiveram desempenhos semelhantes. Enquanto que a primeira registrou baixa de 139 empregos, na segunda o número ficou em 159 negativos. No entanto, Arapongas vinha com a criação de 299 postos de trabalho em 2013, enquanto que em Jandaia, esse número era de 309.

As quedas foram na ordem de 146,4% e 151,4%, respectivamente. A situação em 2014 poderia ser ainda pior, não fosse pelo desempenho positivo de Ivaiporã. O município registrou a criação de 248 novos empregos. No entanto, o desempenho foi 38,3% inferior ao ano anterior, quando houve a criação de 402 empregos. Segundo o economista Rogério Ribeiro, de Apucarana, o resultado é um reflexo da atual conjuntura econômica brasileira. “Estamos tendo problemas desde os últimos quatro anos.

O governo, por ser um ano eleitoral, realizou em 2014 uma política econômica expansionista, o que causou um desequilíbrio. Este ano de 2015 deve ser de ajustes”, ressalta ele. Segundo ele, a situação atual é de demissões mantendo um ritmo constante e contratações em queda. “O que temos observado é que, nos últimos anos, aqueles que perderam o emprego não conseguiram se recolocar no mercado de trabalho. Além disso, o ritmo de primeiros empregos está também em queda.

Com o faturamento do setor industrial sem crescimento, a expectativa a curto prazo é de um aumento no desemprego de um modo geral”, afirma.

Deve-se adicionar a isto o fato de estarmos no início do ano de 2015. Temos conhecimento prévio em relação à Jandaia do Sul. Devido à atuação radical de alguns políticos de partidos também radicais, de que a cidade ainda tem muito a perder em relação ao nível de emprego. As empresas locais se não demitem, também não elevam o índice de empregabilidade, já que não tem crescido.

Certamente, em Jandaia do Sul, existem empresas que sim, investirão na geração de empregos. Estas, ponderarão onde melhor poderão ser recebidas e onde no âmbito político haverá receptividade. Aí, nesta cidade serão implantadas suas novas instalações e aí gerarão com certeza, ao menos 200 novas vagas de empregos.

Ressalto que empresas tem o livre arbítrio de decidir onde instalarão suas unidades de fabricação de produtos. Onde poderão não ser perturbadas por atuação indesejável de vereadores e administradores que não tem o devido sentimento de responsabilidade para com a geração de empregos para a população . Resta esperar que tais políticos oportunistas e que agem de acordo com seus próprios interesses, desocupem suas vagas e aí, outros assumam com postura adequada para o momento e realidade em que vivemos. Uns perdem enquanto outros ganham. É esperar para ver.

Com colaboração: Tribuna do Norte

Liberação do canabidiol traz esperança a famílias

canabidiol - 3 Canabidiol

A liberação do uso medicinal do canabidiol (CBD) no Brasil trouxe esperança para muitas famílias que enxergam na substância extraída da maconha uma alternativa de tratamento para pacientes, principalmente com epilepsia e convulsões.

É o caso da família do prefeito de Faxinal, Adilson Silva Lino. Ele e a esposa Milena acreditam que o canabidiol pode proporcionar mais qualidade de vida ao filho Lucas, de 4 anos. O garoto é portador da Síndrome de Angelman, doença rara caracterizada por atraso no desenvolvimento intelectual, dificuldades na fala, convulsões e movimentos desconexos.  Lucas foi diagnosticado com a doença quando tinha sete meses de vida.

Desde então, Adilson e Milena buscam formas de melhorar a qualidade de vida do filho, que frequenta sessões de equoterapia, fisioterapia e fonoaudiologia. “Qual é o pai que consegue ficar parado vendo o filho sofrer por causa de uma doença? Eu vou atrás de tudo para ver o Lucas bem”, assinala Silva Lino.  Desde que foi anunciada a liberação no Brasil, os pais de Lucas buscam o medicamento em grandes centros, mas ainda não obtiveram êxito.

O prefeito sempre está atento às novidades na área da Medicina e já tinha conhecimento do canabidiol. Ele espera conseguir logo as primeiras doses para Lucas. “Farei o possível para conseguir o melhor para o meu filho. Não importa que seja derivado da maconha ou se é uma substância nova. Eu quero ver o Lucas bem”, afirma.

Na semana passada, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) retirou o canabidiol da lista F2, composta por substâncias psicotrópicas de uso proscrito (proibido) no Brasil para fazer parte da C1, ou seja, que podem ser prescritas por médicos por meio de receita em duas vias. O CBD é uma das mais de 400 substâncias encontradas na maconha e já estava liberada em vários países da Europa e em boa parte dos Estados Unidos. O uso da substância visa tratar, além de convulsões, doenças como esclerose múltipla, Parkinson, entre outros.

TRATAMENTO  “É uma droga recente no mercado e deverá ser usada com cautela pelos médicos”, afirma o neuropediatra Aparecido José Andrade, de Londrina. O especialista explica que uma das formas de como o CBD age é no córtex cerebral como um neuroregulador e seu único efeito colateral conhecido é o de causar sono.

O médico explica que o remédio será usado em pacientes refratários, ou seja, aqueles que fizeram o uso de outros anticonvulsivos e não tiveram nenhum resultado significativo. “Eu não prescrevi para ninguém ainda, mas qualquer medicamento que possa trazer melhor qualidade de vida é bem-vindo”, ressalta.

USO – De acordo com o Conselho Federal de Medicina, a prescrição só pode ser feita por neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras. Os médicos autorizados a prescrever o canabidiol deverão ser previamente cadastrados em uma plataforma online. Já os pacientes serão acompanhados por meio de relatórios frequentes feitos pelos profissionais

HOJE NA HISTÓRIA – 29/01/15

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Dia 29 de janeiro de 2015

Signo                      : Aquário

Estação                  :  Verão

Fase                        :  Crescente

    –  Os Estados Unidos da América reconhecem a República brasileira em 1890

    –  Aniversário de morte do abolicionista José do Patrocínio em 1905

    –  Eisenhower, presidente dos EUA, visita Brasília em 1960

    –  Aniversário do jogador Romário

Santo do Dia:     São Gildas

por saidnotlim Postado em Abertura

Manifestação de metalúrgicos contra demissões fecha rodovias que cortam Curitiba

Manifest-Metalurg

Mais de 40 mil trabalhadores da Força Sindical do Paraná paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (28) para protestar contra demissões arbitrárias e as Medidas Provisórias 664 e 665, promulgadas pelo governo no final de 2014, e que limitam ou cortam direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores, de acordo com a Força. A BR-277, em frente à Renault, e o Contorno Sul, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), permaneceram totalmente e fechados das 7h  às 8h de hoje.Na 277, a pista sentido Paranaguá foi liberada às 8h10. A liberação da 277 total aconteceu por volta das 8h50.

HOJE NA HISTÓRIA – 28/01/15

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Dia 28 de janeiro de 2015

Signo                      : Aquário

Estação                  :  Verão

Fase                        :  Crescente

    –  Dia Mundial do Hanseniano

    –  Abertura dos portos às nações amigas e é decretada a Carta Régia em 1808

    –  Brasil rompe relações com a Alemanha e a Itália por ocasião da Segunda Guerra em 1942

    –  Aniversário de morte do jornalista e escritor Antonio Callado em 1997

    –  Dia do Comércio Exterior

Santo do Dia:     São Tomás de Aquino

por saidnotlim Postado em Abertura

HOJE NA HISTÓRIA – 27/01/15

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Dia 27 de janeiro de 2015

Signo                      : Aquário

Estação                  :  Verão

Fase                        :  Crescente

    –  Dia do Orador

    –  Aniversário de Radamés Gnatalli

    –  Brasil torna-se vice-reinado em 1763

    –  Aniveersário de morte do compositor italiano Giuseppe Verdi em 1901

    –  Aniversário de morte do escritor e político J.G. de Araújo Jorge em 1987

Santo do Dia:     Santa  Ângela de Mérici

por saidnotlim Postado em Abertura

Brasil pode perder R$ 6 bilhões com racionamento de energia

Racionamento de energia

De O Globo:

BRASÍLIA E RIO – Técnicos do governo chegaram a calcular, no ano passado, qual seria o impacto de um racionamento de energia, indicando um cenário desastroso para a economia do país. Essas contas apontaram um efeito imediato de perda de quase R$ 6 bilhões para a economia, sem considerar os efeitos indiretos. Esse número decorre do cálculo de uma eventual redução de carga na economia nacional, em torno de 10%. A conta é feita todos os anos e, em 2014, foi um dos parâmetros para avaliar a decisão de se adotar um racionamento. O resultado da conta também é importante para decisões de investimentos.

No ano passado, quando o cenário era menos grave do que agora em termos hidrológicos, as contas apresentadas à cúpula do governo colaboraram para a decisão de descartar qualquer possibilidade de racionamento de energia. Nos últimos dias, porém, as projeções de chuvas traçadas pelos técnicos do governo federal, liderados pelo secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre, eram mais favoráveis para os reservatórios das hidrelétricas, com expectativa de chuvas a curto prazo, o que prorrogaria novas discussões sobre a eventual necessidade de um racionamento.

Atualmente, o nível dos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste está em 17,28%, patamar semelhante ao do Nordeste (de 17,13%). No Sul, é de 66,43%, contra 34,90% no Norte. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse na quinta-feira que o país pode ter problemas graves se o nível dos reservatórios chegar a 10%. Ricardo Savoia, da consultoria Thymos Energia, ressalta, porém, que 10% é “o limite do limite”:

— Se chegarmos com as hidrelétricas a 10%, vamos ter de permanecer com todas as termelétricas por três anos gerando na base do sistema. Assim, teremos um custo adicional entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões por ano. Para evitar isso, é preciso chover 85% da média histórica nos próximos meses, mas até agora esse percentual está em 58%.

Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da UFRJ, destacou que o racionamento só será discutido depois de abril, quando termina o período de chuvas. Ou, então, ressaltou, se as hidrelétricas chegarem a 10%. Ele critica a falta de campanhas para uso mais eficiente de energia.

— O governo decidiu fazer usinas sem reservatórios e deixou de lado programas como de energia nuclear. Com o aumento da renda, as políticas sociais dos últimos anos, o consumo de energia residencial aumentou e vai continuar aumentando, porque as pessoas passaram a ter eletrodomésticos, comprados com a maior oferta de crédito. E o governo, ao criar a bandeira tarifária (sistema que eleva a conta de luz de acordo com o nível dos reservatórios), não fez campanha alguma para explicar como funciona. As pessoas vão ter surpresas, agora, quando chegar a conta — critica Castro.

O racionamento também já é esperado por especialistas do setor a partir do segundo semestre. Eles dizem ainda que o país pode sofrer com novos apagões, inclusive fora do horário de pico, se o calor continuar intenso nos próximos meses. Meteorologistas preveem nova onda de calor para fevereiro e março. No início dos últimos três anos, a falta de chuvas no país, alerta o Climatempo, já está pior do que a registrada no mesmo período de 1999, 2000 e 2001 — este, o ano do racionamento.

Marcelo Pinheiro, do Climatempo, afirma que, em 1999 e 2000, as chuvas foram maiores (entre 50mm e 200mm) em relação à média histórica nas regiões Sudeste e Nordeste, permanecendo no mesmo patamar no Norte e Centro-Oeste. Somente no Sul ficaram abaixo. Em 2001, as chuvas ficaram menores (entre 100mm e 200mm) no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, o que forçou o governo a decretar o racionamento.

— Já em 2013, tivemos chuvas abaixo da média (entre 50mm e 100mm) no Sul, em cidades do Sudeste, do Norte e no Norte do Nordeste. Em 2014, complicou. Só tivemos chuvas acima da média (entre 50mm e 100mm) no Sul e em parte do Norte. E o início de 2015 está parecido com o do ano passado, com chuvas abaixo da média histórica nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte — explica Pinheiro, lembrando que, no Sul, apenas Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão com chuvas acima do normal.

CAMPANHA DE USO RACIONAL

Outro problema é que, mesmo com o desempenho ruim da economia, o brasileiro vem consumindo cada vez mais energia. E a expectativa é de um consumo ainda maior neste ano. De acordo com a consultoria Excelência Energética, com base em dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o consumo per capita de energia passou de 2.364 quilowatt-hora por habitante (kWh/h), em 2013, para 2.398 kWh/h em 2014, uma alta de 1,43%. Para 2015, projeta-se alta de 2,61%, para 2.461 kWh/h. Segundo especialistas, isso se deve à maior demanda do comércio e das residências, com maior uso de eletrodomésticos — como o ar-condicionado, apontado como o vilão do setor.

— É importante que o governo inicie campanhas de racionalização para obter um consumo mais eficiente de energia. Em 2001, com o racionamento, o brasileiro passou a consumir de modo mais racional, trocando lâmpadas e diversos eletrodomésticos — disse Erik Eduardo Rego, diretor da Excelência Energética.

Savoia, da Thymos, ressalta que o aumento da demanda vem justamente do setor residencial, que teve alta de 6% em 2014, e do comércio, com avanço de 7,5%. Na indústria, houve queda de 2,5%. Por isso, ele reforça que o governo deveria ter adotado alguma política de racionalização já no fim de 2013, quando o nível dos reservatórios se aproximou de níveis críticos. Ele ressalta que, com isso, o governo teria tido perdas menores. A atual crise do setor, com os empréstimos para empresas e gastos com termelétricas, já consumiu cerca de R$ 80 bilhões.

— Hoje o grande problema vem do lado da oferta. Em média, as obras estão atrasadas entre dois e três anos — diz Savoia.