HOJE NA HISTÓRIA – 26/08/2015

 

Signo                      : Virgem

Estação                   : Inverno

Fase                        : Crescente

    – Fundação do Palmeiras em 1914

    – Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

    – Aniversário de Vanessa Carlton

 

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Startup investe em solução 3D para educação

Empresa paulista quer faturar R$ 5 milhões em 2015, crescimento de 50% em relação ao obtido no ano anterior

Empresa paulista quer faturar R$ 5 milhões em 2015, crescimento de 50% em relação ao obtido no ano anterior

A aplicação de ferramentas tecnológicas para potencializar o ensino em sala de aula, principalmente na educação básica, têm fomentado atualmente a competição entre startups que desenvolvem soluções para esse mercado.

Uma dessas empresas é a XD Education, que desenvolveu o Eureka.in, que propõe o uso da tecnologia de realidade aumentada em curtas animações para explicar conteúdos diversos – os óculos 3D conseguem ilustrar teorias que envolvem matemática, física, química e biologia, disciplinas consideradas, pelo diretor-executivo da XD Education, Luís Carlos de Carvalho, as mais desafiadoras.

“Para esses conceitos, a abstração exigida é muito grande e é difícil garantir que todos os alunos tenham a mesma percepção. Com uma solução em 3D, animações de sete minutos podem representar uma explanação de 40, 50 minutos”, diz Carvalho, que administra a empresa com o sócio Frank Azulay.

Presente em 350 instituições de ensino básico no Brasil, as soluções propostas pela empresa devem render ao empreendimento faturamento de R$ 5 milhões, crescimento de 50% em relação ao ano anterior.

O otimismo tem como foco parcerias recentes com unidades do Sesi e do Senai. Para a primeira rede de ensino, focada na educação básica, há um projeto piloto envolvendo 10 mil alunos e 250 professores.

Para o Senai, a solução já funciona em nove unidades. “O Brasil vive um momento particular de qualificação profissional. E essa nova geração é muito visual, o aluno não tem mais muita paciência para assistir aulas sentado, passivo. O conceito mudou muito e a informação também”, analisa Carvalho.

Cenário. Apesar de estar em crescimento constante, o acesso à internet e tecnologias móveis no Brasil ainda encontra limitações. Para empreender no universo da educação, portanto, é preciso levar em consideração as fronteiras do País, conforme pontua o diretor dos cursos de engenharia do Insper, Irineu Gianesi. “É preciso pensar diversas versões de produtos. Soluções que exigem maior capacidade de processamento e memória terão abrangência limitada”, explica.

Para o especialista, empreender em educação prescinde, ainda, conhecer necessidades. “Tem muita coisa interessante que é possível fazer com uma estrutura básica de rede sem fio. O ensino e aprendizado colaborativo podem transformar a experiência de aprendizagem mais ativa para o aluno. Muitas vezes, o professor tem mais dificuldade de ensinar do que o próprio aluno”, explica. “Nesse contexto, depende do quanto você conhece a necessidade do seu usuário em valores e cultura. O empresário deve gerar uma solução que seja desejável e não somente útil”, finaliza.

De: O Estadão

HOJE NA HISTÓRIA – 25/08/2015

 

Signo                      : Virgem

Estação                   : Inverno

Fase                        : Crescente

    – Dia do Exército Brasileiro

    – Dia do Feirante

    – Espanha vence Portugal na Batalha de Alcântara

    – Aniversário da televisão colorida

    – Aniversário de Tony Ramos

Santo do Dia      : São José Calazans

Dieta rica em carboidratos foi chave para a inteligência humana

Carboidratos

Eles têm má reputação entre quem quer perder peso, mas tudo indica que, há milhares de anos, alimentos ricos em carboidratos – como os tubérculos – foram cruciais para que ficássemos mais inteligentes.

Ao menos é esta a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, University College of London e Universidade de Sydney, que afirmam que o consumo de plantas ricas em amido foi fundamental para a evolução de nossa espécie.
A razão é simples: a glicose é um dos principais combustíveis do cérebro.

E, segundo o estudo, o desenvolvimento de nossa capacidade de obter açúcares dos carboidratos – e, em particular, dos amidos – sustentou o acelerado crescimento do cérebro “que começou a notar-se a partir do [período] Pleistoceno Médio”.

“A capacidade de aproveitar raízes e tubérculos ricos em amido na dieta dos primeiros hominídeos é considerado um passo potencialmente crucial na diferenciação entre os primeiros Australopitecinos de outros hominídeos”, diz o estudo, publicado na mais recente edição do The Quarterly Review of Technology.

Em uma linguagem mais simples, isso quer dizer que uma dieta com alimentos ricos em carboidratos deu a nossos antepassados uma importante vantagem evolutiva (que algumas das dietas modernas ou em moda ignoram).

Os humanos têm três vezes mais cópias do gene que cria as amilases salivares – enzimas que ajudam a transformar os carboidratos em açúcares – do que o resto dos primatas.
E essa adaptação, dizem os pesquisadores, começou a ser produzida há aproximadamente um milhão de anos.

Richard Dawkins diz que religião é um “vírus” para a mente humana

Richard Dawkins

Richard Dawkins

Desde 1976, quando lançou o livro “O Gene Egoísta”, sabe-se que Richard Dawkins, 74, tem talento para fazer metáforas. Durante sua participação no evento Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, ele disse que a religião é como um vírus de computador que se instala no cérebro com a instrução de se apenas se replicar com o passar das gerações.

Para o zoólogo de Oxford, a religião,ao longo de eras, se aproveitou de boas características da psicologia humana como a obediência, confiança e disciplina para continuar existindo.

A religião seria um efeito colateral do desenvolvimento da cultura: ao mesmo tempo que os homens adquiriram sabedoria com os pais e anciãos (conseguir água, alimentos e se manter saudável), também aprenderam coisas sem sentido como “você deve sacrificar uma cabra na lua cheia” ou a seguir um livro sagrado.

Questionado  se era 100% ateu, Dawkins disse que em uma escala de 1  (totalmente crente) e 7 (totalmente ateu) estaria na posição 6 (ou 6,9) já que não seria possível a um cientista sério provar que algo não existe. Deus, para ele, está na mesma categoria que fadas, goblins ou Monstro de Espaguete Voador. Se houvesse boas evidências da existência de Deus, ele diz que mudaria de opinião.

Zoólogo britânico Richard Dawkins em palestra no evento Fronteiras do Pensamento, em São Paulo

Zoólogo britânico Richard Dawkins em palestra no evento Fronteiras do Pensamento, em São Paulo

RELOJOEIRO CEGO

Uma das grandes preocupações que Dawkins mostrou é com relação ao grande espaço ocupado (principalmente nos EUA) pelo criacionismo e pelo design inteligente – hipótese pseudocientífica que afirma haver um designer, um arquiteto que tenha criado a vida na Terra tal como existe hoje.

“São pessoas que dizem que a Terra tem menos de 10 mil anos”, diz – nosso planeta tem 4,5 bilhões de anos. Para ele, religião deve ser estudada com distanciamento e não como uma alternativa de explicação para o mundo atual.

No livro “O Relojoeiro Cego” (1986), Dawkins argumenta contra a necessidade de um arquiteto ou relojoeiro que seria responsável pela complexidade da vida na Terra.

Para o zoólogo, que tem uma fundação que promove divulgação do conhecimento científico (Richard Dawkins Foundation), ao aprender sobre a evolução e seleção natural as crianças poderiam até mesmo conhecer o sentido da vida.

São duas maneiras de pensar: a primeira seria apenas se reproduzir e perpetuar genes. Já a segunda pode estar ligada ao passatempo ou talento das pessoas, como esportes ou música.

GENE EGOÍSTA

Antes de dedicar-se às polêmicas de ateísmo versus religião, Dawkins deu ao longo de 45 minutos uma excelente aula sobre a evolução para o auditório lotado do Teatro Ciec, em Pinheiros (zona oeste). A principal comparação que ele usou para falar do assunto foi a de uma corrida armamentista (ao mesmo tempo que o leão teve de evoluir e se aperfeiçoar para capturar a gazela, a gazela teve de se adaptar e se aperfeiçoar para fugir do leão).

 As espécies de hoje em dia seriam o resultado de uma “equação econômica” cujo resultado depende de onde os bichos investem energia – recurso escasso na natureza.

Os animais e organismos investem energia para que possam se reproduzir e passar seus genes adiante. E é justamente no gene, potencialmente imortal, que Dawkins vê a teoria da seleção natural fazer sentido. O gene tem a tendência a se perpetuar e isso transcende tanto o bem-estar do indivíduo quanto o do grupo – daí o nome de seu primeiro livro.

Mesmo assim, segundo o cientista, é possível haver duas formas de colaboração entre indivíduos: ou você compartilha características genéticas (no caso de um familiar) ou no caso de um altruísmo recíproco (“eu coço suas costas você coça as minhas”). O tema dessa edição do Fronteiras do Pensamento é “Como viver juntos”.

POLÊMICAS

Na fase de perguntas, não faltaram temas provocativos. Dawkins reforçou sua posição pró-aborto e disse que não condena moralmente quem tenha feito aborto ao saber que o embrião seria portador de Síndrome de Down.

Ele, tentando fugir de mais polêmica, disse que sua posição não deveria ser confundida com algo contra pessoas com down, e que se tivesse um filho com a síndrome provavelmente o amaria.

Outro assunto polêmico foi a utilização em humanos da tecnologia do DNA recombinante, capaz de produzir plantas e animais transgênicos. Dawkins diz que por milênios a espécie humana manipulou o fator seleção de outras espécies, como cães e cavalos, além de plantas, mas não o fator mutação.

Esse conhecimento de seleção artificial, talvez por uma questão moral, nunca foi aplicado em seres humanos para construir pessoas mais altas, fortes ou inteligentes, por exemplo.

Mesmo com os avanços tecnológicos ele disse torcer para que a mesma barreira moral impedisse que a manipulação genética fosse empregada na nossa espécie.

HOJE NA HISTÓRIA – 24/08/2015

Signo                      : Virgem

Estação                   : Inverno

Fase                        : Crescente

    – É lançado o sistema operacional da Microsoft: Windows 95

    – Aniversário de Paulo Coelho

    – Aniversário de morte de Getulio Vargas em 1954

    – Massacre da noite de São Bartolomeu em Paris

Santo do Dia      : São Bartolomeu

HOJE NA HISTÓRIA – 23/08/2015

 

Signo                      : Leão

Estação                   : Inverno

Fase                        : Crescente

    – Dia dos Artistas

    – Dia Internacional para Recordar o Comércio de Escravos e a Abolição

    – Aniversário de Glória Pires

    – Dia da Injustiça

    – A cidade de Porto Alegre é oficialmente criada

Santo do Dia      : Santa Rosa de Lima

Incerteza na rota paranaense da ferrovia norte-sul

Ferrovia Norte-sul-1Ferrovia Norte-Sul-2

A inclusão da Região Metropolitana de Londrina (RML) na rota da Ferrovia Norte-Sul segue indefinida. Uma comitiva envolvendo o prefeito Alexandre Kireeff e demais prefeitos da região esteve na sexta-feira (21) em Curitiba, argumentando sobre a necessidade da implantação do ramal, que facilitaria a conexão com as regiões noroeste, centro-oeste e sudoeste do Paraná.

Na ocasião, Kireeff fez uma explanação com dados técnicos comprovando a viabilidade e as vantagens sobre o traçado passar pelas cidades de Londrina e Apucarana.

“Não fomos até Curitiba fazer uma reivindicação puramente emocional, mas uma solicitação com amparo técnico. Apresentamos estudos comprovando a necessidade e a importância do traçado passar pela região e fomos muito bem recebidos. Tivemos a garantia de que tudo o que explanamos será considerado e de que a possibilidade de inclusão existe. A apresentação que fizemos fez o cenário melhorar muito, estamos confiantes”, disse o prefeito.

Em 2013, houve uma modificação no traçado da ferrovia, que não incorporou a região de Londrina. Atualmente, a previsão é de que a Ferrovia Norte-Sul viria do Estado de São Paulo passando por Mato Grosso do Sul e entrando no Paraná por Guaíra e Cascavel.

Segundo Kireeff, todos os estudos são preliminares, por isso é prematuro afirmar sobre o que efetivamente deverá ocorrer em relação à rota. “Por enquanto estão nas fases preliminares dos estudos, por isso ainda não podemos descartar e nem garantir a inclusão de Londrina no traçado. Por estar na fase inicial, não tem como apresentar um cronograma porque para tirar o projeto do papel é necessário um conjunto de variáveis, principalmente a viabilização financeira da obra que depende de iniciativa privada para execução”.

 

HOJE NA HISTÓRIA – 22/08/2015

 

Signo                      : Leão

Estação                   : Inverno

Fase                        : Crescente

    – Dia do Supervisor Educacional

    – Aniversário de morte de Juscelino Kubitschek em 1976

    – Dia Mundial do Folclore

    – Criação da Cruz Vermelha Internacional

    – Dia do Excepcional

Santo do Dia      : Nossa Senhora Rainha

Japoneses criam “demolição invisível” que desmonta os prédios por dentro

Demolição por dentro

Quem passeia pelo centro de Tóquio repara nos grandes arranha-céus que surgem na cidade, imaginando como serão suas formas finais. Mas poucos reparam nas construções gigantes que deixam de existir. E isso acontece porque os japoneses desenvolveram a técnica da “demolição invisível”.

Em geral, quando um prédio alto é demolido, ele é coberto por uma tela e a maquinaria pesada faz o trabalho de desmontagem. Guindastes são usados ​​para arrancar os destroços de cima e trazê-los para o chão.

Reprodução

Mas, como os guindastes não chegam a grandes alturas, surgiu o Tecorep, que faz o trabalho de demolição interna, tornando o processo “invisível”. O nome surgiu porque as demolições recentes da cidade usam o sistema chamado Taisei Ecological Reproduction System, ou Tecorep. Essa nova tecnologia diminui o risco de acidentes nas obras e reduz o ruído e a poeira, mantendo todo o trabalho de desmontagem dentro do edifício.

No Tecorep, um “chapéu” é instalado no topo do edifício, com colunas removíveis acopladas à estrutura original de aço. Escavadoras e outras máquinas pesadas quebram a construção por dentro e os macacos hidráulicos das colunas removíveis vão abaixando o chapéu, fazendo o prédio diminuir de tamanho. À medida que o material de demolição é arriado, os guindastes geram energia para a iluminação da obra.

A técnica permite ainda que o material resultante da demolição, como concreto e aço, sejam separados de forma mais eficiente. Veja como é o processo no vídeo abaixo: